InnAgent

Sobre

Um produto construído de dentro da operação

A InnAgent não começou como software à procura de um problema. Começou operando um hotel — e o produto é o que sobrou depois de resolver o problema de verdade, com hóspede real do outro lado.

Construímos uma plataforma agêntica de hospitalidade que permite a hotéis independentes automatizar a jornada do hóspede, a operação hoteleira e os fluxos de trabalho do negócio com agentes de IA.

O laboratório é um hotel de verdade

O primeiro cliente da InnAgent é um hotel independente de 13 quartos no Brasil. Cada tela entra em produção lá antes de ser oferecida a qualquer outro hotel — com reservas reais, hóspedes reais e dinheiro real em jogo. Não há ambiente de demonstração fazendo as vezes de prova: o que se vê é o que já roda.

Por que a jornada inteira, e não um pedaço

Hotel independente não troca de PMS por vontade própria e não contrata time de tecnologia. Então a InnAgent não pede troca nenhuma: entra pela conversa — que é onde o lead chega, a reserva fecha, a cobrança sai e o pedido nasce — e cuida da jornada até a avaliação. A perda acontece entre esses passos, e é ali que os agentes trabalham.

Uma família de produtos, um fio

InnChat, InnTask, InnTeam, InnData, e os que vêm — InnBook e InnAgency — são peças com um trabalho cada. O que as liga é a InnAgent, o aplicativo que conduz a jornada, e uma regra: todo produto da casa traz agentes de IA trabalhando. Cada peça nasce de software aberto que a gente personaliza, empacota e mantém — e é por isso que o nome de cada uma diz o que ela faz.

O roteiro é público

Esta página publica para onde o produto vai, na ordem em que chega. Hotel que assina sem enxergar o caminho inteiro cancela no primeiro mês, e com razão. Cada item muda de lugar no dia em que entra em produção — não no dia em que entra no planejamento.

A base de hóspedes é do hotel

No fluxo de hóspedes, o hotel é o controlador dos dados e a InnAgent é a operadora. Isso não é formalidade jurídica: é o que determina quem decide a finalidade do tratamento, quem responde por pedido de titular e o que a InnAgent pode ou não fazer com a base. Um hotel que sai leva a base com ele.

Para quem é

Hotéis independentes de 10 a 30 quartos — pousadas, hotéis boutique, riads, guesthouses: os que recebem hóspede por cinco canais diferentes, não têm time de tecnologia e cuja recepção já está com a mão cheia. Os agentes tiram dela o trabalho repetitivo. Acima desse porte existem soluções corporativas; abaixo, o problema ainda não dói o bastante.